15 julho 2009
12 junho 2009
Notícias da Freguesia de São Simão
No primeiro dia de Junho, trinta e três elementos da “Actividade Sénior”, reuniram-se num almoço de confraternização, tendo como convidados de honra os professores.
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Pé da Serra
12 maio 2009
Convívio entre as freguesias de S. Simão e S. Matias
Nessa época, trocaram-se ainda entre as populações do Monte Claro e do Pé da Serra algumas representações teatrais, bem ao sabor da época e do agrado de ambas as partes.
O jogo de futebol serve unicamente de pretexto, para anteceder um bom e tradicional almoço, na sede dos "Amigos do Pé da Serra".
Perante uma assistência entusiasmada e fervorosa, desta vez a vitória pertenceu aos "Leões da Serra" por 4-1, tendo mais uma vez, o melhor golo sido apontado pelo ponta de lança João Martinho, da equipa vistante, vindo posteriormente a revelar também os seus dotes como acordeonista em "play back", numa arruada, pelas artérias do Pé da Serra, onde as "saias" tradicionais fizeram com que as mulheres viessem à porta da rua com um sorriso nos lábios, recordar tempos que já lá vão. Um recado para alguns elementos de ambas as freguesias: Qualquer dia, temos de cantar a cantiga “Como a rola ninguém canta”. Talvez para o ano...Está bem?
José Hilário
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Discurso de José Hilário no 25 de Abril
Exm.º Senhor Presidente da Assembleia Municipal; Exm.ª Senhora Presidente da Câmara; Exm.os Senhores Vereadores; Exm.os Senhores Deputados; Exm.os Senhores Presidentes de Junta de Freguesia; Minhas Senhoras e meus Senhores
A CANTIGA É UMA ARMA
Aqui estamos mais uma vez, de alma e coração, para comemorarmos o 25 de Abril, cada um com a intensidade e o fervor que achar adequados.
Em democracia cada qual escolhe a dosagem que quer utilizar, nada nos é imposto, cada um deve ser responsável pelo que diz e faz. Esta foi uma das linhas de orientação que os Capitães de Abril nos legaram, a par com as famosas:Liberdade; Fraternidade; Igualdade
Liberdade - Não há nada mais precioso do que a liberdade, no entanto esta deve ser exercida com responsabilidade.
Fraternidade – Só depende de cada um de nós exercê-la constantemente com veracidade, não se apregoa aos quatro ventos, pratica-se sem falsas modéstias.
Igualdade – Devemos olhar para este parâmetro, não em termos materiais, mas sim tendo em consideração, que todos somos iguais nos deveres e nos direitos, o que não acontecia antes do 25 de Abril de 1974.
Paralelamente com o Movimento das Forças Armadas, além dos Capitães de Abril, outros elementos houve, também eles relevantes, que deram um contributo precioso, para que o 25 de Abril fosse possível acontecer e que os cravos substituíssem as balas, refiro-me concretamente ao povo português, a homens e mulheres, que tomaram consciência, tendo alguns pago com apropria vida, outros foram presos, perseguidos, torturados, para que nós, hoje aqui, possamos dizer o que nos vai cá dentro, mesmo não estando todos de acordo, como é normal, mas sem medo de discordarmos do nosso semelhante.
Deste povo faziam parte políticos, estudantes, pessoas iletradas, homens e mulheres da cultura, poetas, etc, cada qual lutava como sabia e podia.
O poeta Manuel Alegre algures em África escrevia a “Trova do vento que passa”, que diz isto:
Pergunto ao vento que passa
Notícias do meu país
O vento cala a desgraça
O vento nada me diz
O vento dizia-lhe qualquer coisa, não lhe dizia era o que ele gostava de ouvir, nem quando se daria a mudança de um sistema político totalitário, injusto e ditatorial.
O grande poeta e músico Zeca Afonso, além de muitas outras canções bem cantava: - “Eles comem tudo e não deixam nada”.
Em Abril de 1974, foi como que todas as sementes deixadas na terra seca, às primeiras gotas de chuva explodem. É a força da natureza e da razão. Nada nem ninguém as segura.
Surge o poeta que melhor versejou o 25 de Abril; José Carlos Ary dos Santos com “As portas que Abril abriu”, portas essas que ao longo dos anos se têm vindo a fechar paulatinamente.
Alguns até já afirmam que é liberdade a mais, ora a liberdade nunca é de mais, tem é de se saber usar, outros até já incriminam os Capitães de Abril, chegando até desfaçatez de culparem Vasco da Gama e Pedro Alvares Cabral de serem os culpados da globalização.
Enfim, atiram com tudo o que é de mau para cima dos homens mais ilustres da nossa história.
Para os barões há milhões, para o povo não há tostões.
O Fausto bem canta numa das suas canções: - Assim se faz Portugal, uns vão bem e outros mal.
Vejo com alguma apreensão o futuro do nosso país, não há trabalho para pedreiros, carpinteiros, alfaiates e sapateiros nem para a maior parte dos nossos jovens licenciados, restando-lhes apenas a política, como forma de ganharem a vida, se tiverem padrinhos, vida esta que está cada vez mais triste, pondo a democracia em risco, pois é muito bonito viver em democracia, mas de barriga vazia, embora rime, não deixa ninguém satisfeito.
Estamos a voltar à emigração, que tristeza. A pobreza está a aumentar entre nós. É preocupante. O 25 de Abril não foi feito para isto. O espírito do 25 de Abril tem de continuar vivo entre todos os Portugueses.
-Viva o 25 de Abril
-Viva o concelho de Nisa
-Viva Portugal
25 de Abril sempre!
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21 novembro 2008
Quando a net encurta distâncias...
Senhores do Jornal de Nisa:Meu nome é Omar Ruben TREMOCEIRO, neto de Francisco Carrilho Tremoceiro, quem em vida fora irmao de Adriano Carrilho Tremoceiro, nasci e sou Argentino, mas nos ultimos dias obtuve a cidadania Portuguesa, faz tempo que estou procurando informaçao de meus familiares em Portugal, muito agradeceria voces podam me contatar con Paula Carrilho ou outras das pessoas que reuniramse com motivo do honenagem realizada no passado sábado, dia 1 de Novembro, assinalado uma das ruas da sua aldeia natal, a Vinagra.
Podem ligar comigo pelo correio saosimao@hotmail.com ou tel. XXXXXXXXX
Com meus cumprimentos saludo voces e felicito pelo conteudo do seu site na web e por encher meu coraçao com noticias da minha terra, o Portugal de meu avo.
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16 novembro 2008
S. Simão - Olhares da natureza
04 novembro 2008
Nome de Adriano Tremoceiro em rua de Vinagra
Foi uma cerimónia simples mas repleta de simbolismo, homenagem e saudade, a realizada no passado sábado, dia 1 de Novembro e que reuniu autarcas da freguesia de S. Simão, moradores de Vinagra, amigos e familiares de Adriano Carrilho Tremoceiro cuja evocação e memória fica assinalado em placa de granito numa das ruas da sua aldeia natal, a Vinagra.
A escolha dos dois nomes que agora passam a integrar a toponímia de S. Simão foi feita e aprovada por unanimidade em reuniões da Junta e da Assembleia.
S. Simão foi, justamente, o outro nome escolhido para uma de rua de Vinagra e coube à proponente, Paula Carrilho, descerrar a bandeira da freguesia e mostrar, esculpida no granito, a designação que, ora em diante, a rua passa a ter.
A escolha dos dois nomes que agora passam a integrar a toponímia de S. Simão foi feita e aprovada por unanimidade em reuniões da Junta e da Assembleia.
S. Simão foi, justamente, o outro nome escolhido para uma de rua de Vinagra e coube à proponente, Paula Carrilho, descerrar a bandeira da freguesia e mostrar, esculpida no granito, a designação que, ora em diante, a rua passa a ter.
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28 outubro 2008
Dia 1 de Novembro- Vinagra e Pé da Serra em festa
Às 12 horas na Vinagra, será inaugurada com pompa e circunstância, a toponímica das respectivas ruas, sendo atribuídos os nomes de Adriano Carrilho Tremoceiro e de São Simão, a duas ruas da aldeia.
Durante a tarde no Pé da Serra, a Associação de Caça de São Simão oferece a toda a população e visitantes, um delicioso porco assado no espeto, nas instalações do Centro Cultural e Recreativo "Os Amigos do Pé da Serra", associação que, por sua vez, contribui com as castanhas, agua-pé, petiscos e a tradicional bailarada, a cargo de um famoso acordeonista da região.
Sábado, dia 1 de Novembro, a freguesia de S. Simão (Nisa) espera pela sua visita.
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27 outubro 2008
DIA 1 DE NOVEMBRO - S. SIMÃO EM FESTA
No dia 1 de Novembro, a partir das 10 horas, será feita a inauguração, com o descerramento das respectivas lápides, dos nomes das ruas que passarão a vigorar na aldeia da Vinagra.
Como foi noticiado oportunamente, foram escolhidos os nomes de Adriano Carrilho Tremoceiro, por proposta do actual presidente da Junta, e o de S. Simão, padroeiro da freguesia, este sob proposta de Paula Carrilho, eleita na Assembleia, sendo ambos aprovados por unanimidade em sessão deste órgão deliberativo de freguesia.
O evento servirá igualmente para evocar a figura de um cidadão nascido nesta aldeia, na rua que passará a ostentar o
Autarca e cidadão interveniente
O senhor Adriano Carrilho Tremoceiro, nasceu na localidade da Vinagra, freguesia de São Simão, em 1914 e faleceu em Nisa, no Lar da Santa Casa da Misericórdia, em 2006.
Foi funcionário da Companhia Carris de Lisboa, reformou-se ainda novo, tendo regressado ao Pé da Serra e passando de imediato a tomar parte activa do quotidiano desta freguesia e das suas gentes.
Homem culto, afável, amigo de todos, fez parte da Junta de Freguesia de São Simão, após o 25 de Abril de 1974, foi gerente do lagar de Pé da Serra durante vários anos e era uma pessoa que sempre tivemos como referência.
Durante o tempo que residiu com sua esposa, na Santa Casa da Misericórdia de Nisa, legou a esta, algumas ofertas de valor significativo, à boa maneira do fundador, desta prestimosa instituição.
in "Jornal de Nisa" - nº 264 - 8/10/08
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