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10 abril 2014
18 março 2014
17 janeiro 2014
Sinalização e marcação do Caminho de Santiago no concelho de Nisa
O Sector de Atividades Desportivas e Lazer da Câmara Municipal
de Nisa está a implementar o projeto de Sinalização e Marcação do Caminho de
Santiago na sua passagem pelo concelho de Nisa.
O principal objetivo deste projeto é a correta orientação
dos peregrinos que se dirigem a Santiago de Compostela, mas tem outros
objetivos transversais, como a definição de etapas que contemplem a pernoita de
peregrinos tanto em Alpalhão como em Nisa, contribuindo desta forma para a
sustentabilidade do comércio local designadamente nas vertentes da restauração
e da hotelaria.
Foram realizados trabalhos de prospeção, de reconhecimento e
de limpeza em troços do Caminho e está em curso a sinalização e marcação do
percurso. O projeto assume relevância, numa altura em que, tanto a sul como a
norte do Tejo, os municípios que integram este itinerário se estão a mobilizar
no sentido de procederem ao seu levantamento e sinalização.
Nisa integra um dos itinerários portugueses mais antigos até
Santiago de Compostela, designado por Caminho Português do Interior, também
conhecido como Caminho Português do Leste. Têm o seu início em Tavira, no
Algarve e entra na Galiza por Chaves, ligando-se ao Caminho Sanabrês
(prolongamento da Via da Prata) e seguindo por este até Santiago.
Existem diversas referências iconográficas, toponímicas a
Santiago no concelho de Nisa. Na obra “Vias Portuguesas de Peregrinação a
Santiago de Compostela na Idade Média” de Humberto Baquero Moreno, é referido
um documento que se encontra na Torre do Tombo [ Chancelaria de D. Afonso V,
livro 15, folha 45 v.], onde é relatado um episódio ocorrido em 1455,
envolvendo um casal de peregrinos alemães que se dirigiam a Santiago da Galiza
e que apresentaram ao Juiz da Vila de
Nisa, a queixa de terem sido assaltados por três vaqueiros no caminho entre
Castelo de Vide e Nisa.
O Caminho Português do Interior entra no concelho de Nisa,
junto às passadeiras da Ribeira de Sor, na confluência das freguesias de Vale
do Peso (Crato) e de Alpalhão (Nisa), estende-se por cerca de 35 km até alcançar a ponte
sobre o rio Tejo (Vila Velha de Ródão). Atravessa as freguesias de Alpalhão,
Espírito Santo, Nossa Senhora da Graça, S. Simão e Santana e as localidades de
Alpalhão, Nisa e Pé da Serra.
A sinalização deste itinerário contempla três fases
distintas:–Sinalização e marcação com setas amarelas e a vieira de Santiago,
que nalguns troços comporta também a colocação de postes de madeira e marcos em
cimento (sinalética convencionada para a orientação dos peregrinos);– Colocação
de sinalética complementar: placas direcionais urbanas, leitores de paisagem ou
painéis indicativos;– Formalização de proposta à Federação de Campismo e
Montanhismo de Portugal, no sentido de homologar este itinerário como um
percurso de Grande Rota.
15/2/2013
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Pé da Serra
26 março 2012
PÉ DA SERRA: Largo das Festas com "Pista de Dança"
O piso é de xisto rijo, em pedras fatiadas, colocadas em radiais a partir de um ponto fora do centro do circulo, causando um efeito muito agradável.
No sábado de Páscoa haverá uma inauguração condigna, onde pelas 15.oo horas atuará a Banda da Sociedade Musical Nisense, havendo de seguida bailarico tão do agrado destes montesinhos. A execução da obra esteve a cargo do calceteiro da Câmara sr. Maia.
Esta obra era necessária, permitindo agora não ser necessário a utilização dos pesados estrados de madeira.
A Junta de Freguesia de São Simão, agradece ao arquiteto Paulo Matos a oferta do projeto, assim como todo o acompanhamento da execução da referida obra, agradecimentos idênticos à Câmara Municipal de Nisa pela cedência de mão de obra.
José Hilário-Presidente da Junta de Freguesia de Simão
Esta obra era necessária, permitindo agora não ser necessário a utilização dos pesados estrados de madeira.
A Junta de Freguesia de São Simão, agradece ao arquiteto Paulo Matos a oferta do projeto, assim como todo o acompanhamento da execução da referida obra, agradecimentos idênticos à Câmara Municipal de Nisa pela cedência de mão de obra.
José Hilário-Presidente da Junta de Freguesia de Simão
25 julho 2011
Nova ETAR quase concluída
A Estação de Tratamento de Águas Residuais de Pé da Serra está pronta a entrar em funcionamento, pondo fim a anos de suplício dos moradores que tinham de suportar os cheiros nauseabundos provocados pelo mau funcionamento e falta de limpeza da fossa séptica, à entrada da aldeia.A nova ETAR com uma capacidade de tratamento de 34 m3/dia foi projectada para servir uma população de 220 habitantes e de acordo com os dados técnicos da obra, o tratamento preliminar será efectuado na Obra de Entrada e será constituído por operações de limitação de caudal, por intermédio de um descarregador de tempestade, gradagem para remoção de sólidos grosseiros, medição de caudal e por fim uma etapa de gradagem e desarenação para remoção de areias, através de um equipamento compacto.
O tratamento secundário numa ETAR por lamas activadas em arejamento prolongado será efectuado num tanque de arejamento, dimensionado para promover a remoção biológica da carga orgânica. Todas as operações que podem ocorrer num processo de lamas activadas, ocorrem, sequencialmente, em espaços diferentes sendo portanto esta tecnologia baseada no espaço físico.
A linha de tratamento de lamas consistirá no espessamento gravítico das lamas biológicas em excesso, num silo/espessador, seguido da sua desidratação utilizando um sistema móvel por centrifuga. No entanto, como medida de segurança foram previstos leitos de secagem que permitirão uma maior flexibilidade na exploração desta instalação.
De acordo com a entidade gestora do projecto, as águas residuais resultantes do tratamento serão descarregadas no meio receptor, o regato que conduz ao Ribeiro do Nizorro, “sem o afectar, respeitando o seu equilíbrio ecológico e o bem-estar da população.”
Mário Mendes in "Alto Alentejo" - 13/7/2011
22 novembro 2010
PEDRO BAPTISTA: Filho ilustre de Pé da Serra
Pedro Batista, o cientista que está estudando e construindo um fígado, assunto amplamente divulgado, por toda a imprensa mundial, é descendente do Pé da Serra.Seus pais e avós, residem na freguesia de São Simão, no Pé da Serra.
Seus avós, foram pequenos comerciantes e agricultores.
Seu pai está aposentado do Ministério das Finanças e sua mãe aposentada do Ministério da Educação.
A comunidade Pé da Serrense, espalhada pelos quatro cantos do mundo, está orgulhosa do filho ilustre que tem, o qual está desenvolvendo um trabalho notável e pioneiro na criação de fígados.
Rapaz inteligente, pacato, como é próprio das grandes personalidades, tem sempre mantido uma estreita ligação às suas origens.
Temos a certeza, que o seu nome ficará para sempre, indelevelmente ligado ao enorme avanço que toda a sua acção nesta matéria causará na evolução da medicina.
Na próxima época natalícia, não vai ter tempo para receber tantos abraços e parabéns dos familiares e amigos do Pé da Serra. Aqui lhe deixo já um convite muito especial: ir à lenha para o lume do Natal.
José Hilário
Jovem Cientista tem raízes em Pé da Serra
Os bons fígados de Pedro Baptista: De Portalegre à Carolina do Norte para criar células hepáticasJoseph Ernest Renan, filósofo e historiador francês, dissera: “Em todas as coisas humanas, são sobretudo dignas de estudo as origens”. Pé da Serra, a oito quilómetros de Nisa, em Portalegre, só conheceu os caminhos do progresso após o 25 de Abril, segundo os registos e talvez por ter sido calcetada pelo inconformismo durante tanto tempo.
Pedro Baptista – o jovem cientista português de 33 anos, que desenvolveu células hepáticas em laboratório, no Instituto de Medicina Regenerativa do Centro Médico Baptista da Universidade de Wake Forest, em Winston-Salem, na Carolina do Norte (E.U.A), uma espécie de ‘mini-fígados’ – revelou-se tenazmente contra a resignação e diz agora que não arredará o pé dali “enquanto não tentar o transplante”.
Este investigador, que frisa ser “um alentejano de gema”, tem percurso marcadamente lusitano e revelou ao «Ciência Hoje» (CH) que, após conseguir aquilo que se propõe [o transplante de um órgão completo], almeja que o futuro seja igualmente em terras lusas. Mudou-se para os Estados Unidos em 2004 para realizar o doutoramento e é um elemento do extinto programa de Biomedicina da Gulbenkian.
“Lembro-me perfeitamente do momento em que quis seguir esta área”, disse. E acrescentou que ao longo da constituição do ano académico, aquando de um dos temas dos seminários sobre Biologia do Desenvolvimento e Células Estaminais "foi quando o interesse se fixou”. “É isto, aquilo que realmente quero fazer”, exclamou.
Células hepáticas criadas em laboratório
O empenho aumentou com a procura de um laboratório onde pudesse criar um novo tecido ou órgão. Pedro Baptista licenciou-se em Farmácia, na Universidade de Lisboa e, como tal, desenvolver um fígado ou uma plataforma que o permitisse realizar novos testes farmacológicos ou toxicológicos (testar químicos usados na alimentação) são uma ambição crescente. Contudo, existem “muitas barreiras para conseguir recriar o órgão na sua totalidade, como o número de células necessárias (milhares de milhões),por falta de tecnologia”, sub
linhou.
A actual alternativa é “obter hepatócitos [células encontradas no fígado capazes de sintetizar proteínas, usadas tanto para exportação como para sua própria manutenção] de alguns destes órgãos recolhidos para transplante – e já usados em terapias celulares – ou criar esta ‘bio- engineering’ do fígado”, sustentou ao CH.
Vantagens das células adultas
Para o cientista alentejano, a grande vantagem destas células humanas adultas, por serem maduras, é superior em relação às embrionárias, que são progenitoras. Estes avanços têm inúmeras aplicações para doenças metabólicas e hepáticas. “Nestes casos, as terapêuticas celulares são a maior solução”, revela.
Em situações de cirrose crónica, Pedro Baptista explicou que “o transplante é a única solução e terá ser um órgão saudável novo ou criado em laboratório”. Ainda, usar o modelo 'bio-engeneering’ no desenvolvimento de embriões humanos ou para estudos sobre o cancro, tal como já está a fazer com metástases do cólon, são outras possibilidades
.
Entretanto, os mini-fígados têm 2,5 centímetros de diâmetro e pesam menos de seis gramas. Para serem utilizáveis, deveriam pesar pelo menos meio quilo e “uma vez transplantados, estes órgãos conservam a suas funções iniciais e vão ganhando outras à medida que se desenvolvem”. Depois de conseguir, “não sei a quem é que este trabalho poderá interessar”, mas “existem excelentes institutos em Portugal”, revelou. E não conteve de frisar algumas das suas preferências como: “o Instituto de Medicina Molecular, que tem medicina regenerativa; a própria Gulbenkian, em Biologia do Desenvolvimento; o Instituto Nacional de Engenharia Biomédica ou ainda os 3 B’s da Universidade do Minho”, concluiu. O estudo já foi publicado no jornal «Hepatology».
Marlene Moura in “Ciência Hoje” - www.cienciahoje.pt
linhou.A actual alternativa é “obter hepatócitos [células encontradas no fígado capazes de sintetizar proteínas, usadas tanto para exportação como para sua própria manutenção] de alguns destes órgãos recolhidos para transplante – e já usados em terapias celulares – ou criar esta ‘bio- engineering’ do fígado”, sustentou ao CH.
Vantagens das células adultas
Para o cientista alentejano, a grande vantagem destas células humanas adultas, por serem maduras, é superior em relação às embrionárias, que são progenitoras. Estes avanços têm inúmeras aplicações para doenças metabólicas e hepáticas. “Nestes casos, as terapêuticas celulares são a maior solução”, revela.
Em situações de cirrose crónica, Pedro Baptista explicou que “o transplante é a única solução e terá ser um órgão saudável novo ou criado em laboratório”. Ainda, usar o modelo 'bio-engeneering’ no desenvolvimento de embriões humanos ou para estudos sobre o cancro, tal como já está a fazer com metástases do cólon, são outras possibilidades
.Entretanto, os mini-fígados têm 2,5 centímetros de diâmetro e pesam menos de seis gramas. Para serem utilizáveis, deveriam pesar pelo menos meio quilo e “uma vez transplantados, estes órgãos conservam a suas funções iniciais e vão ganhando outras à medida que se desenvolvem”. Depois de conseguir, “não sei a quem é que este trabalho poderá interessar”, mas “existem excelentes institutos em Portugal”, revelou. E não conteve de frisar algumas das suas preferências como: “o Instituto de Medicina Molecular, que tem medicina regenerativa; a própria Gulbenkian, em Biologia do Desenvolvimento; o Instituto Nacional de Engenharia Biomédica ou ainda os 3 B’s da Universidade do Minho”, concluiu. O estudo já foi publicado no jornal «Hepatology».
Marlene Moura in “Ciência Hoje” - www.cienciahoje.pt
15 julho 2009
12 junho 2009
Notícias da Freguesia de São Simão
No primeiro dia de Junho, trinta e três elementos da “Actividade Sénior”, reuniram-se num almoço de confraternização, tendo como convidados de honra os professores.
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actividade sénior,
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Pé da Serra
27 outubro 2008
Poetas da nossa terra
VEM POR BEM
Quero, já e agora,
Tudo isto aqui
Bem feito!
Vem uma vez por ano
E quando vem,
Só vê defeito.
Os deveres e o direito
São relevantes saberes
Que devemos levar a peito.
Dizes que fazes p´la vida...
E por Ela?
Juras-lhe amor eterno.
Que o teu coração
Mora Nela.
Às vezes bastam uns quilómetros...
O que tens feito por Ela?
Não venhas só quando és chamado,
Para ires à Portela. (1)
Basta que venhas!
Se vieres... Se gostas Dela,
Por cada porta que se fecha,
Abre tu uma Janela.
(1) Portela d`Areia, local ao lado cemitério
João Louro
Quero, já e agora,
Tudo isto aqui
Bem feito!
Vem uma vez por ano
E quando vem,
Só vê defeito.
Os deveres e o direito
São relevantes saberes
Que devemos levar a peito.
Dizes que fazes p´la vida...
E por Ela?
Juras-lhe amor eterno.
Que o teu coração
Mora Nela.
Às vezes bastam uns quilómetros...
O que tens feito por Ela?
Não venhas só quando és chamado,
Para ires à Portela. (1)
Basta que venhas!
Se vieres... Se gostas Dela,
Por cada porta que se fecha,
Abre tu uma Janela.
(1) Portela d`Areia, local ao lado cemitério
João Louro
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os nossos poetas,
Pé da Serra
13 agosto 2008
Jornada desportiva e gastronómica

Juntou naturais de Pé da Serra e Monte ClaroO campo de jogos D. Maria Gabriela Vieira, vulgo Campo do Sobreiro, em Nisa, foi cenário, no passado sábado, da primeira parte do encontro desportivo e gastronómico, entre naturais e descendentes das aldeias de Pé da Serra e do Monte Claro.
Às 11 horas e debaixo de um sol abrasador deu-se início às festividades, com o pontapé de saída para o jogo de futebol.
Primeiros minutos muito tácticos. Os do Monte Claro, mesmo contando com um árbitro conhecido, não arriscavam, entretinham o jogo a meio campo, à espera de um golpe de sorte que pudesse resultar em golo, através de um contra-ataque.
Os do Pé da Serra pelo contrário, entraram em campo dispostos a “vingar” as derrotas nos encontros anteriores. Via-se, à vista desarmada que a equipa estava bem treinada, física, técnica e psicologicamente, treino a que não deve ter sido alheio o trabalho desenvolvido por António de Almeida Valente, sempre disposto a incentivar e a oferecer uma “pequenina”. Ao intervalo, já os de S. Simão venciam por 2-0 e tinham esbanjado outras tantas oportunidades.
No segundo tempo, Monte Claro entrou com outra disposição no jogo, com maior determinação e acutilância. Reduziram com um golo, a diferença no marcador, podiam ter chegado ao empate e como é habitual quem não marca, sofre. O tempo restante do encontro foi de sofrimento para as cores de Monte Claro que iam ficando mais negras de cada vez que um azougado extremo-esquerdo, à maneira antiga, metia a segunda, a terceira, a quarta, embalava, ia por aí fora e oferecia golos atrás de golos, assim como quem saboreia amoras, aos companheiros vindos de ao pé da serra.
Quatro a um foi o resultado final a mostrar as diferenças entre uma equipa mais jovem, a do Pé da Serra e outra formada à base de veteranos, bons e esforçados tecnicamente, mas sem pernas para as “diabruras” de dois ou três elementos tecnicistas e com futebol para dar e vender.
Acabado o jogo, debateram-se as virtudes e defeitos dos sistemas tácticos das duas equipas, entre uma e outra mini que o calor não perdoava.
Após o banho retemperador, os desportistas rumaram até uma quinta nas redondezas da vila e sentados ao correr da mesa, protagonizaram novos lances de ataque e defesa, às iguarias gastronómicas regionais.
O borrego, as febras, o convívio fez esquecer as peripécias do jogo anterior. Ali comeu-se e bebeu-se, cantou-se o fado, praticaram-se os jogos tradicionais e, sobretudo, fez-se a apologia da antiga amizade entre os habitantes das duas aldeias.
Digno de registo a forma como alguns jovens, a residirem noutros pontos do país e estimulados pelos pais, comparecem e participam neste convívio que se realiza anualmente.
A iniciativa pretende relembrar as décadas de 50 e 60 do século passado, quando os jogos de futebol entre as duas povoações eram muito mais frequentes e o passatempo preferido nas tardes de domingo.
No encontro deste ano, foi lançada a ideia de alterar a data de realização, fazendo-a incidir com as celebrações da Páscoa.
Para além da amizade e do convívio, aspectos sempre relevantes, há outros que não podem nem devem ser descurados e jogar futebol sob um calor tórrido e a horas impróprias pode transformar a festa num pesadelo.
Isto, se nos lembrarmos que em campo havia jogadores com mais de 50 anos e alguns até com mais de 70.
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Pé da Serra
12 agosto 2008
Os nossos poetas
VENTO AMIGOTu! Que cantas alegre nos outeiros
Refrescas no Verão tardes amenas
Pões em movimento os veleiros
Leva para longe as minhas penas
Pões searas com movimentos ligeiros
Moinhos remoendo mágoas serenas
Semeias secos campos hospitaleiros
Afagas papoilas e açucenas
Quando no mar alto me fustigaste
E de repente me abandonaste
Eu sei que existes, mas nunca te vi
Pela noite acordas; madrugada
Numa poesia sempre renovada
Por tudo isto é que eu gosto de ti
José Hilário
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01 julho 2008
Encontro Pé da Serra – Monte Claro
Aí está mais um convívio desportivo-gastronómico a envolver os jovens e menos jovens das freguesias de S. Simão (Pé da Serra) e de S. Matias (Monte Claro).
No próximo dia 19 de Julho vão medir forças e ver quem tem mais e melhores pernas, num animado desafio de futebol, onde não faltará a presença, tida como indispensável do famoso "tinto alentejano", uma claque de apoio cem por cento amadora e que não viaja pela A1.
O jogo disputa-se da parte da manhã, sem horário fixo, no famoso "Campo do Sobreiro" ( que falta fazia a sombra do dito...). Certo está o convívio gastronómico aprazado para o mesmo dia e na quinta do João Martinho.
Este é mais um encontro histórico no campo desportivo, a envolver as duas localidades do concelho, recordando as animadas disputas e os saudosos bailes, no meio da rua, dos anos 50 e 60 do século passado.
Portanto, não esquecer: dia 19, oportunidade para ver em acção os "magriços", aquela gloriosa selecção que nos representou no mundial de 66. Adquira já o seu bilhete, não vá a lotação do estádio esgotar...
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Pé da Serra
24 março 2008
OS NOSSOS POETAS
Lágrimas silenciosasDantes... quando eu partia
Minha mãe ao despedir-se de mim
Em redor nada se ouvia
Só, silenciosas lágrimas por fim
Ao longo do sinuoso caminho
Até onde a vista alcançava
Sem palavras, soluçando sozinho
Retribuía os acenos, sem palavra.
Agora, se me ponho atrás da vidraça
E penso nisto, baixo os olhos meus
Pelo velho caminho, já ninguém passa
De lá, já ninguém diz adeus
Restam os riachos de puras águas
Onde lavei e enxuguei as mágoas.
José Hilário - Pé da Serra - 12 de Nov. 2001
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Pé da Serra
19 março 2008
21 fevereiro 2008
Faleceu Francisco Louro Aparício
José Hilário
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Pé da Serra
05 setembro 2007
LIGAÇÃO MAIS FÁCIL À ESTRADA MUNICIPAL
Não há mal que sempre dure, costuma dizer o povo e é verdade. Tantas vezes prometidas, as obras de alargamento e pavimentação da Rua da Escola até à estrada municipal, estão, finalmente, concluídas.
Era o troço que faltava para a ligação de uma das ruas mais movimentadas de Pé da Serra, na qual se situa o edifício da Junta e do Centro de Dia, com a estrada, permitindo uma mais funcional e segura via de acesso de veículos automóveis e pessoas.
Para além do alargamento da antiga azinhaga e do calcetamento, numa extensão de 80 metros, com cubos de granito, a obra tornou mais airosa e bonita uma das entradas na povoação.
Para além do alargamento da antiga azinhaga e do calcetamento, numa extensão de 80 metros, com cubos de granito, a obra tornou mais airosa e bonita uma das entradas na povoação.
15 agosto 2007
22 julho 2007
CENTRO CULTURAL "OS AMIGOS DO PÉ DA SERRA"
Após as eleições, tomaram posse os corpos sociais do Centro Recreativo e Cultural “Os Amigos do Pé da Serra”, que ficaram assim constituídios:
* Assembleia Geral
João Miguéns Carrilho, presidente; José Carrilho Vaz, secretário; João da Cruz Gordo, vogal
* Direcção
António de Almeida Valente, presidente; Hugo Ribeiro, vice-presidente; José Louro Hilário, tesoureiro; Francisco Pinto Sobreira, secretário; Francisco Toco Vaz e Francisco de Matos Baptista, vogais.
* Conselho Fiscal
José da Graça Filipe, presidente; Francisco Cardoso Vaz, secretário; Maria Filomena Mendes, vogal.
* Assembleia Geral
João Miguéns Carrilho, presidente; José Carrilho Vaz, secretário; João da Cruz Gordo, vogal
* Direcção
António de Almeida Valente, presidente; Hugo Ribeiro, vice-presidente; José Louro Hilário, tesoureiro; Francisco Pinto Sobreira, secretário; Francisco Toco Vaz e Francisco de Matos Baptista, vogais.
* Conselho Fiscal
José da Graça Filipe, presidente; Francisco Cardoso Vaz, secretário; Maria Filomena Mendes, vogal.
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