05 janeiro 2008

Junta de Freguesia quer construir Casa Mortuária

A construção de uma casa mortuária, dotada das indispensáveis condições de conforto, higiene e salubridade, para que as pessoas possam velar os seus entes queridos, é uma das principais prioridades que o executivo da Freguesia de S. Simão gostaria ver concretizado em 2008.
Para esse fim, a Junta já adquiriu um edifício, próximo da Igreja, pelo valor de 10 mil euros, tendo sido feito, de forma graciosa, o respectivo projecto. Falta agora concretizar a feitura da obra, cujo início está dependente do apoio financeiro a conceder pela Câmara de Nisa e já prometido.
Esta é carência sentida pela população e cuja resolução se arrasta, sendo de esperar que as obras de adaptação do edifício a Casa Mortuária possam ser uma realidade em 2008.
A freguesia de S. Simão debate-se com outros problemas e que aguardam, igualmente, solução. Um deles diz respeito à falta de qualidade da água para consumo humano, enquanto os cheiros pestilentos da fossa séptica existente à entrada da povoação, continuam como um atentado ao meio ambiente e à qualidade de vida das populações. Urge resolver, de vez, este problema.
Situação não menos caricata é a que acontece com a ausência de acesso em condições aceitáveis, às redes de comunicações telefónicas. O problema da Internet em S. Simão, que se julgava prestes a ser resolvido, continua na mesma, isto é, os moradores e visitantes estão impedidos de aceder aos serviços da Internet, dado o fraco sinal existente. Em terras do interior, em que mais se sentem as necessidades de comunicação, as populações são remetidas, sem apelo nem agravo, para situações impensáveis, mais próprias da época medieval do que do século XXI em que vivemos. A “Internet a carvão” e a realidade reinante, nalgumas aldeias do concelho de Nisa. Porquê e até quando? Quem responde?
Mário Mendes